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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Quando olhamos para o céu ele é azul. E quando olhamos do espaço ele é escuro. Porque a atmosfera terrestre é azul?





A resposta está em como os raios solares interagem com a atmosfera.
Quando a luz passa através de um prisma, o espectro é quebrado num arco-íris de cores. Nossa atmosfera faz o mesmo papel, atuando como uma espécie de prisma onde os raios solares colidem com as moléculas e são responsáveis pelo dispersão do azul.
Quando olhamos a cor de algo, é porque este "algo" refletiu ou dispersou a luz de uma determinada cor associada a um comprimento de onda. Uma folha verde utiliza todas as cores para fazer a fotossíntese, menos o verde, porque esta foi refletida. Devido ao seu pequeno tamanho e estrutura, as minúsculas moléculas da atmosfera difundem melhor as ondas com pequenos comprimentos de onda, tais como o azul e violeta. As moléculas estão espalhadas através de toda a atmosfera, de modo que a luz azul dispersada chega aos nossos olhos com facilidade.


Luz azul é dispersada dez vezes mais que luz vermelha.
A luz azul tem uma frequência ( ciclos de onda por segundo ) que é muito próximo da frequência de ressonância dos átomos, ao contrário da luz vermelha. Logo a luz azul movimenta os elétrons nas camadas atômicas da molécula com muito mais facilidade que a vermelha. Isso provoca um ligeiro atraso na luz azul que é re-emitida em todas as direções num processo chamado dispersão de Rayleigh ( Físico inglês do século 19 ). A luz vermelha, que não é dispersa e sim transmitida, continua em sua direção original, mas quando olhamos para o céu é a luz azul que vemos porque é a que foi mais dispersada pelas moléculas em todas as direções.


Fonte: Yahoo!Respostas geocities

sábado, 12 de novembro de 2011

Tire dúvidas: O que é a faixa de gaza?





    É parte do que teria sido o estado palestino que sequer chegou a existir, pois os árabes não aceitaram esse absurdo que foi a criação de Israel. Quando você vir aquele repórter loirinho da Globo falando lá do Oriente Médio besteiras como "o difícil caminho para a paz", "a paz está mais difícil do que nunca" saiba que a questão lá não é de paz, mas sim justiça e se aos seus olhos parecer que são dois povos que gostam de brigar e que os árabes são radicais saiba de uma coisa: os palestinos não aceitam acordo com os judeus israelenses do mesmo modo que você não faria acordo com um invasor que tomasse a sua casa e te obrigasse a morar no porão do seu próprio lar.


Por que os Judeus sionistas (os israelenses) acham que têm direito aquela terra? Existe algum argumento ou documento válido dentro do direito internacional que assegure a eles algum direito à Palestina?

    Não, apenas os escritos religiosos deles dizem que aquela é a terra prometida por Deus a eles. Ou seja, um argumento que só tem validade pros judeus. Isso mostra que todo horror que eles impuseram aos palestinos é conseqüência exclusiva do seu fanatismo religioso, embora quem tenha fama de fanático sejam os árabes e muçulmanos em geral.
   Até mesmo a invasão das Malvinas, que todo mundo sabe que foi uma jogada de Marketing do governo militar argentino, foi mais legítima ação de criação de Israel, pois o governo argentino tinha documentos para reivindicar a posse daquelas terras.



Fonte: yahoo! Respostas

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Mais uma super-Terra

Mais de 50 novos planetas foram descobertos por um telescópio de caça a exoplanetas, incluindo um chamado super-Terra, que poderia suportar a vida.
A recém-descoberta de planetas alienígenas inclui 16 super-Terras, que são mundos rochosos mais massivos que o nosso planeta. Um em especial – chamado de HD 85512 b – tem captado a atenção dos astrônomos, porque orbita no limite da zona habitável de sua estrela, sugerindo que poderia ser maduro para suportar a vida.
O planeta descoberto no dia 13 de setembro de 2011 foi batizado de HD 85512 b


De acordo com a equipe da missão, as descobertas superaram todas as expectativas, incluindo uma população excepcionalmente rica de super-Terras e planetas como Netuno, hospedados por estrelas muito semelhantes ao nosso sol.
A potencialmente habitável super-Terra, HD 85512 b, é apenas 3,6 vezes mais massiva que a Terra e sua estrela-mãe está localizada a cerca de 35 anos-luz de distância. Ela foi encontrada em órbita na borda da zona habitável de sua estrela, que é uma estreita região em que a distância é certa para que a água líquida possa existir, dadas as condições adequadas.
Uma análise mais aprofundada da HD 85512 b e dos outros exoplanetas descobertos será capaz de determinar mais sobre a potencial existência de água na superfície. Os pesquisadores estão animados.
Astrônomos usaram o projeto para observar 376 estrelas parecidas com o Ssl. Ao estudar as propriedades de todos os planetas detectados até agora, os pesquisadores descobriram que aproximadamente 40% de estrelas similares ao sol hospedam pelo menos um planeta que é menos massivo que Saturno.
Em outras palavras, aproximadamente 40% de estrelas similares ao sol tem pelo menos um planeta pouco massivo orbitando a sua volta. Por outro lado, a maioria dos planetas com massa similar a Netuno parecem estar em sistemas com vários outros planetas.
Os astrônomos já descobriram 564 planetas alienígenas. E, provavelmente, estão cada vez mais próximos de encontrar vida fora da Terra. 


Comparação entre as descobertas anteriores dos planetas orbitados sobre a estrela gliese 581(veja a postagem sobre gliese 581 no blog)



segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Conferência da ONU discute alternativas para reduzir perda de biodiversidade

O Brasil pode ser um dos protagonistas do encontro que acontece no Japão

Longe de alcançar a meta global de reduzir significativamente a perda de biodiversidade até 2010, mais de 190 países começam a discutir nesta segunda-feira (18) em Nagoya, no Japão, um segundo plano possível para frear a perda de espécies e a destruição de ecossistemas do planeta. Até o próximo dia 29, a cidade vai sediar a 10ª Conferência das Partes da Convenção da Organização das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica (COP-10).

O principal debate deverá ser a definição de novo prazo para reduzir a taxa de perda de biodiversidade. Estabelecido em 2002, o compromisso atual era reduzir o ritmo da destruição da natureza até este ano, mas não foi cumprido por nenhum país. Das 21 submetas, nenhuma foi alcançada integralmente.

Segundo relatório divulgado na última semana pela ONG WWF, o planeta já perdeu 30% da biodiversidade. Nos países tropicais, o percentual de perda chega a 60% da fauna e flora originais.

Além de repactuar as metas de conservação, os governos terão pelo menos outros dois grandes nós na negociação: regulamentar o acesso e a repartição dos benefícios da biodiversidade (ABS, na sigla em inglês) e acertar interesses de países ricos e pobres para o financiamento de ações de conservação.

A definição de um protocolo de ABS criaria regras internacionais para uso da biodiversidade, regulando, por exemplo, o repasse de recursos a um país por um remédio produzido a partir de um produto de suas florestas.

Dono de pelo menos 15% da biodiversidade do planeta, o Brasil pode ser um dos protagonistas da reunião. Em documento oficial apresentado à convenção da ONU (Organização das Nações Unidas), o governo reconhece ter cumprido apenas duas das 51 metas nacionais de proteção da biodiversidade. No entanto, segundo os ministérios do Meio Ambiente e das Relações Exteriores, o Brasil é um dos países com mais resultados a apresentar em Nagoya, entre eles a redução do desmatamento na Amazônia e a criação de áreas de preservação.
  Durante a negociação, a orientação da diplomacia brasileira é condicionar a adoção de compromissos ambiciosos à garantia de financiamento e transferência de tecnologia por parte dos países ricos.

O Brasil também defenderá a criação de um painel científico para a biodiversidade, nos moldes do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas). A ideia é que o grupo produza conhecimento para subsidiar decisões políticas como meio de frear a perda de biodiversidade.

A expectativa é que a COP da Biodiversidade não repita o fracasso da negociação internacional sobre mudança climática, que na última rodada, em Copenhague (Dinamarca), em dezembro de 2009, terminou sem nenhum acordo formal assinado.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

China diz que redução de emissões de C02 depende do incentivo financeiro dos países desenvolvidos

Autoridade diz que não se pode exigir do país o mesmo que das grandes economias

O chefe de negociações da China para a mudança climática, Xie Zhenhua, afirmou que o país poderá reduzir as emissões de CO2 (dióxido de carbono) se receber mais incentivo financeiro dos países desenvolvidos, segundo a agência oficial de notícias Xinhua. 

 - Isso depende de quanto dinheiro será oferecido pelas nações desenvolvidas e da tecnologia que será transferida de acordo com os protocolos.
Zhenhua, que é vice-presidente da Comissão Nacional de Reforma e Desenvolvimento, fez essas declarações na Conferência da Mudança Climática de Tianjin, norte da China, organizada pela ONU (Organização das Nações Unidas) para realizar os preparativos da Cúpula de Cancún, no México, prevista para o fim deste ano.

Ele disse que ainda não se pode exigir da China o mesmo que das economias desenvolvidas como da União Europeia (UE) e dos Estados Unidos, quando há países com rendas per capita de mais de R$ 67,2 mil (US$ 40 mil) que ainda não alcançaram seu pico de emissões - a renda per capita da China é equivalente a R$ 5 mil (US$ 3 mil).

A China, maior emissor mundial de dióxido de carbono, ainda não assumiu um compromisso para a redução das emissões de gases do efeito estufa, diferente a União Europeia e dos Estados Unidos, que já o fizeram.

O negociador chinês também destacou que é razoável que a China e outras nações em desenvolvimento aumentem suas emissões de gases do efeito estufa, já que suas prioridades são melhorar a economia e a qualidade de vida de suas populações.

Mais de 3.000 delegados de 194 países negociam em Tianjin os acordos que podem ser alcançados em Cancún, mas ainda existem grandes diferenças, especialmente entre os países desenvolvidos e as nações em desenvolvimento.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Pesquisa explica porque algumas auroras tremem no céu

 
Quem olha para o céu do Alasca, do norte do Canadá ou da Rússia pouco antes do amanhecer consegue ver um leve brilho esbranquiçado da aurora boreal. Depois de olhar por alguns minutos, as luzes começam a piscar como se alguém estivesse brincando com o interruptor de luz.

É uma aurora pulsante, formada por luzes que piscam a cada cinco a 40 segundos. Cientistas tentaram descobrir o que causa esse efeito por décadas.

Agora, Yukitoshi Nishimura, da Universidade da Califórnia, cientistas da Nasa, cinco aeronaves e um pequeno exército de câmeras apontado para o céu descobriram que a energia é provocada pelo campo magnético da Terra.

Nosso planeta é como um ímã gigante. Linhas magnéticas invisíveis se estendem de um pólo ao outro do planeta – são elas que fazem a agulha da bússola se mover e ajudam aves migratórias a encontrar seu caminho.

Esse campo magnético também protege a vida na Terra dos raios solares, um feixe de partículas cuspidas pelo Sol que bombardeiam nosso planeta sem parar.

Essas partículas são varridas da superfície de nosso planeta pelo campo magnético, criando explosões de energia eletromagnética chamadas de ondas sibilantes (que assobiam).

Nishimura e o grupo Themis, da Nasa, descobriram que essas ondas aparecem em intervalos regulares nos mesmos lugares na forma de manchas de luz. Quanto mais fortes as ondas, mais brilhante a luz.

Os cálculos mostraram que essas ondas sibilantes interagem com elétrons do campo magnético da Terra, fazendo-os cair na atmosfera e criando um show com as luzes da aurora, da mesma forma que um tubo de raios catódicos criava imagens na tela de um velho aparelho de TV.

As descobertas da equipe poderão ajudar os cientistas a mapear o campo magnético da Terra com muitos detalhes e continuarão a rastrear a dança da aurora boreal e a música das ondas por trás dessas luzes.